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Projetar Avaliações de imóveis

Avaliação de imóveis para inventário, partilha e divórcio

Partilha justa começa por um valor que as duas partes consigam conferir.

O que este laudo entrega

  • Laudo de valor de mercado na data-base definida com o advogado
  • Avaliação de cada bem separadamente, quando o espólio tem mais de um imóvel
  • Valor proporcional de fração ideal, quando a partilha é sobre parte do bem
  • Linguagem compreensível para as partes, sem abrir mão do rigor técnico
  • ART ou RRT registrada

Quem costuma pedir

  • Advogados de família e sucessões
  • Herdeiros em inventário judicial ou em cartório
  • Casais em divórcio ou dissolução
  • Tabeliães que exigem avaliação técnica

Erros que custam caro nesta finalidade

  • Usar o valor de IPTU para partilhar. É quase sempre defasado e gera partilha desigual entre quem fica com imóvel e quem fica com dinheiro.
  • Avaliar na data errada. Em inventário, a data-base costuma ser a da abertura da sucessão, não a de hoje.
  • Esquecer benfeitorias não averbadas. Elas existem, valem dinheiro e precisam entrar na conta com o devido cuidado sobre a regularização.

Perguntas frequentes

Serve para inventário em cartório?
Sim. O inventário extrajudicial exige avaliação dos bens e o laudo técnico com ART é o documento mais robusto para isso, além de reduzir discussão entre herdeiros.
Vocês avaliam vários imóveis do mesmo espólio?
Sim, e nesse caso o orçamento é por conjunto. Vistorias agrupadas por região reduzem deslocamento e prazo.

Ficha do serviço

Grau de fundamentação

Grau II, suficiente para inventário judicial e extrajudicial

Prazo típico

7 a 12 dias úteis, com desconto por conjunto quando são vários bens

Documentos para separar

  • Matrícula de cada imóvel
  • IPTU do ano corrente
  • Certidão de óbito ou peça inicial, para definir a data-base
  • Contato de quem abre cada imóvel
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